O ganho de escala e de qualidade é fator central no desenvolvimento de uma indústria madeireira na Amazônia, que a despeito do grande potencial está imersa há décadas em um ciclo de informalidade, pouca escala e baixa qualidade. No caso em pauta, da Floresta do Maués, com mais de 430 mil hectares, todas as precauções estão sendo tomadas, desde audiências públicas nas comunidades ao inventário de espécies feito pelos técnicos mais renomados no tema, inclusive o Dr. Niro Higuchi.
Esta é uma das iniciativas que tem o potencial de reequilibrar a equação de distribuição de renda entre o interior e a capital. Há grandes riscos sobre este reequilíbrio, especialmente ligados à intensificação do desmatamento; este é um dos caso em que ele é possível com sustentabilidade.
Esta é uma iniciativa que merece ser apoiada. Quem sabe um dia não poderemos ter um interior pujante que não dependa da economia industrial da capital... Parabéns à SDS.
Projeto piloto de lei será Inventário da Floresta Estadual de Maués
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